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Tempos de crise?
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Sempre que visito clientes, ouço observações negativas a respeito de crise e baixo poder aquisitivo da população. Um dado interessante é que essas reclamações partem quase sempre dos empresários mais antigos no segmento, ou seja, aquelas que têm mais tempo de mercado, por isso, mais experiência, enquanto que os jovens mantém uma atitude mais otimista a respeito desse mesmo mercado. Por que será que isso acontece?
Atualmente há grande oferta de produtos com valor agregado, além de facilidade de compras. No que se diz respeito a lentes, nota-se considerável modernização dos laboratórios ópticos, através de equipamentos de última geração e ferramentas de comunicação, tornando o contato com o cliente mais objetivo e eficaz. A Tecnolens é um exemplo desse prograsso. Já estamos nos preparando para usar a internet através de uma home page eficiente em termo de informação, e-commerce e sac on-line. Com esse novo processo, o cliente poderá fazer seu pedido e consultar o andamento do mesmo sem precisar fazer ligações telefônicas.
Em vez de reclamar, o proprietário de óptica deve ficar atento às mudanças e buscar acompanhá-las, pois aquele que reclama se nega a acompanhar o trem do progresso. Ele provavelmente começou sua atividade numa época em que a concorrência era mais amena e o consumidor não tão exigente como agora. Naquelas condições, ascendeu em seu comércio a vida pessoal, e assim está até hoje - na atitude, não no sucesso. Por isso reclama.
A verdade é que hoje não podemos nos dar ao luxo de ficarmos parados, sob o risco de sermos tragados pelos mais rápidos. Agora, não são os mais fortes que vencem os mais fracos, e som os mais velozes que vencem os mais lentos. Mesmo aqueles que já perceberam as mudanças e estão na dianteira no mercado não devem se acomodar. É necessário continuar em movimento, pois o único conforto que há é saber que estamos correndo na frente. O que dizer, então, de quem não quer sair do lugar?
Quem quiser entender melhor essa questão, deve ler o livro "Quem Mexeu no Meu Queijo". De forma simples, o autor discorre sobre a necessidade de saírmos em busca de outras oportunidades, ou simplesmente o algo mais. Entendendo o sentido do queijo na estória, o leitor vai fazer de tudo para não deixar o seu suprimento acabar.
Vivo cuidando para que o meu suprimento não acabe, por isso sou otimista e procuro simplificar as coisas: onde houver dificuldades, procuro oportunidades.
Fonte: Fernando Ribeiro
Informativo Tecnolens nº 26
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